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Fezes de rato em panetones viram caso de polícia na Praia Grande

Um casal, em Praia Grande, SP, comprou 25 panetone na promoção de um atacadista e toma um susto ao chegar em casa né encontrar 8 caixas roídas e fezes de ratos dentro.


O casal registrou boletim de ocorrência na delegacia-sede da cidade como crime contra as relações de consumo (artigo 7º da Lei 8.137/90). Os panetones contaminados foram encaminhados ao Instituto Adolfo Lutz, onde serão examinados.

O gerente comercial Wellington Souza de Melo, 35 anos, conta que compareceu com a mulher, no início da tarde de ontem, a uma das lojas de uma grande rede de atacadista, na Praia Grande, para fazer compras. E que, ao se depararem com uma oferta de panetones, oferecidos em uma gôndola no corredor principal do estabelecimento, decidiram comprar vários. Os dois encheram o carrinho, mas, ao chegar em casa, tiveram a surpresa desagradável.

“Compramos uma boa quantidade para doação. Até distribuímos alguns para os vizinhos. As crianças começaram a comer e, quando fomos pegar as outras caixas do porta-malas, vimos rasgos nas caixas. Até que nós vimos um buraco gigantesco no panetone, com um monte de sujeira dentro e fezes de rato”, relata Melo.

Panetones com fezes de ratos

O gerente comercial diz que sua intenção ao denunciar o caso é alertar as pessoas para que confirmem antes de levar para casa produtos comprados de grandes redes atacadistas. “Graças a Deus o panetone que os meus filhos comeram não estava violado. Depois vimos isso. Mas e se eles tivessem comido o panetone fezes de ratos?”, questiona.

Melo conta que, ao notar a irregularidade, voltou ao mercado e chamou o gerente, que teria ido até o carro para comprovar a sua versão. “Mostramos a mercadoria que ainda estava fechada. Ele abriu e estava lá o panetone, todo comido, com buraco, cheio de sujeira. Ele viu e ofereceu para trocar. Falamos que não queríamos. Ele disse que só poderia fazer isso e nós dissemos que iríamos prestar queixa.”

Ressarcimento integral mediante nota fiscal
Em nota encaminhada à imprensa, a assessoria do Assaí informou que as condições relatadas não condizem com o padrão operacional da companhia. E esclarece que a rede, ao ser procurada pelos consumidores, colocou-se à disposição para realizar o ressarcimento integral do valor mediante a apresentação da nota fiscal.

Nota do atacadista:

“Ressaltamos que o produto apresentado é comercializado fechado, sem manipulação pela loja, e que todas as unidades foram preventivamente retiradas da área de vendas e encaminhadas para a análise técnica”, conclui a assessoria do atacadista.